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	<title>Wroom Notícias</title>
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	<description>Música, Cultura e Diversão</description>
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		<title>Shows em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 13:24:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 612px"><a href="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/Rammstein-show-br1.jpg"><img class="size-full wp-image-353" title="Rammstein Show no Brasil" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/Rammstein-show-br1.jpg" alt="" width="602" height="558" /></a><p class="wp-caption-text">Rammstein Show no Brasil</p></div>
<div id="attachment_355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 612px"><a href="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/flyer-natura-nos1.jpg"><img class="size-full wp-image-355" title="Festival Natura Nós" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/flyer-natura-nos1.jpg" alt="" width="602" height="774" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Natura Nós</p></div>
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		<title>Rammstein no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 17:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Show do Rammstein no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/Rammstein-show-br.jpg"><img src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/08/Rammstein-show-br.jpg" alt="Rammstein no Brasil" title="Rammstein no Brasil" width="600" height="944" class="aligncenter size-full wp-image-346" /></a></p>
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		<title>A Aldeia de Arcozelo está abandonada</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 20:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Este video mostra as péssimas condições em que se encontra a
Aldeia de Arcozelo. Legado de Paschoal Carlos Magno, administrado
pela FUNART/Ministério da Cultura. Local onde acontecem festivais.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;">Este video mostra as péssimas condições em que se encontra a<br />
</span><span style="font-size: x-small;">Aldeia de Arcozelo. Legado de Paschoal Carlos Magno, administrado<br />
pela FUNART/Ministério da Cultura. Local onde acontecem festivais.<br />
</span></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kvVsZfT7oT4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kvVsZfT7oT4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Lonas Culturais do Rio &#8211; Demagogia?</title>
		<link>http://www.wroom.com.br/diario/?p=322</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 05:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Artistas independentes buscam espaço em Lonas Culturais do Rio de Janeiro, mas não são muito bem aceitos em alguns desses locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_323" class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><a rel="attachment wp-att-323" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=323"><img class="size-full wp-image-323" title="lona-cultural" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/lona-cultural.jpg" alt="Umas das Lonas Culturais da Cidade do Rio de Janeiro" width="236" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Umas das Lonas Culturais da Cidade do Rio de Janeiro</p></div>
<p> O seguinte texto está no site da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro:</p>
<p>As lonas culturais simbolizam a política adotada pela Secretaria Municipal de Cultura, que prioriza a multiplicação do acesso à cultura e a descentralização da produção cultural, estimulando a formação de novas platéias e artistas. É um exemplo da compreensão da cultura como instrumento de transformação e desenvolvimento, e uma ação de sucesso reconhecida pela população carioca. Acontece que mesmo tendo um encaminhamento da Secretaria de Cultura para a realização de eventos do Projeto Música Colorida, o email que recebemos de um administrador de uma Lona foi bem claro: &#8220;Sextas e sábados são reservados na Lona para SHOWS GRANDES e os domingos para teatro. Artistas desconhecidos somente às quinta-feiras.</p>
<p>O que a Secretaria de Cultura do Rio quis dizer quando escreveu em seu site: &#8220;estimulando a formação de novas platéias e artistas&#8221;???</p>
<p>O referido administrador não sabe que os artistas independentes trabalham como assalariados para terem o seu sustento e que fazer shows em dias semanais, além de não dar para levar colegas de trabalho, no dia seguinte o artista é prejudicado no desempenho em seu emprego?</p>
<p>O referido administrador não sabe que muitos artistas independentes estudam em universidades à noite e que é uma injustiça pedir a esse artista e seus colegas de sala de aula que faltem a aula para irem à apresentação dele na Lona ou em qualquer outro lugar que fosse?</p>
<p>Fomos com o encaminhamento em 4 Lonas Culturais, apenas uma nos deu atenção e ficou de nos dar 3 datas a partir do mês de março. Teve o caso de um administrador que nem mesmo respondeu a nenhum dos nossos emails.</p>
<p>Após o Carnaval retornaremos à Secretaria de Cultura para ver como ficará esse assunto, porque precisamos saber se as Lonas são realmente para estimular a formação de novas platéias e artistas ou satisfazer necessidades de alguns poucos, poucos estes que NÃO SÃO DO POVO.</p>
<p>Link para conferir texto no site da Secretaria da Cultura do Município do Rio de Janeiro:</p>
<p><a href="http://www.rio.rj.gov.br/cultura/">http://www.rio.rj.gov.br/cultura/</a></p>
<p> Texto: Carla Kruspe</p>
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		<title>Injustiça Contra Quem Fez o Bem</title>
		<link>http://www.wroom.com.br/diario/?p=317</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 03:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto os brasileiros assistirem todas as injustiças sociais de braços cruzados, os braços de certas autoridades certamente estarão descruzados e ativos na corrupção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_318" class="wp-caption aligncenter" style="width: 232px"><a rel="attachment wp-att-318" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=318"><img class="size-full wp-image-318" title="Casa_do_Indio" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/Casa_do_Indio.jpg" alt="Casa do Índio na Ilha do Governador Rio de Janeiro" width="222" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Casa do Índio na Ilha do Governador Rio de Janeiro</p></div>
<p>A população da Ilha do Governador está chocada com a exoneração de Eunice Cariry que fundou a Casa do Índio no bairro e administrou a instituição por 41 anos.  Além da exoneração ser considerada uma injustiça, a indignação da população da Ilha é maior porque nenhum motivo para isso foi apresentado aos moradores do bairro que sempre foram solidários amigos da instituição.</p>
<p>Por muitos anos a Casa do Índio nunca recebeu a devida atenção das autoridades e a população da Ilha foi quem sempre apoiou Eunice Cariry fazendo donativos à Casa do Índio, portanto, a sociedade do bairro merecia o devido respeito de ser informada sobre os motivos desta exoneração.</p>
<p>Há 41 anos Eunice Cariry fundou a Casa do Índio. Sem nenhuma ajuda do governo, seja financeira ou moral, ela entregou sua juventude e sua vida a essa causa tão desprezada, que é cuidar dos excluídos, índios com problemas físicos e mentais.</p>
<p>O Governo Federal nunca ajudou em absolutamente nada. O belo prédio da Casa do Índio foi construído com ajuda da comunidade insulana e de boa doação do comandante civil Manoel Guerra Borges.</p>
<p>O Padre Tercílio Carlini Sobrinho, por meio da CACIIG, fez um ofício à Deputada Graça Pereira pedindo que a mesma intervenha no assunto.</p>
<p>Depois da casa pronta, depois do êxito de todo o projeto da Casa do Índio, depois de 41 anos de amor e dedicação de Eunice Cariry, a recompensa não pode ser a exoneração de cargo desta guerreira.</p>
<p>A  justiça tem de ser feita. Como um órgão que nunca moveu um dedo em prol desta instituição pode ter o direito legal de exonerar esta dedicada administradora e através de não dar a menor informação sobre esta exoneração, vem tratando a população da Ilha com total menosprezo.</p>
<p>Texto: Carla Kruspe</p>
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		<title>Mijões na Cadeia e a Cultura no Lixo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 22:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O povo quer emprego, comida e cultura. Chega de um bando de leis ditadoras que tiram do povo a liberdade de expressão na mentira de estarem "organizando" a cultura da cidade. Parem de criar leis inúteis pra "mostrar serviço" e trabalhem de verdade pelo povo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o site G1, Chegou a 62 o número de foliões detidos por urinar nas ruas da cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>No sábado (06/02) e no domingo (07/02), 51 foliões foram detidos e autuados durante a passagem de blocos nas zonas Norte e Sul do Rio. Detidos por urinar em via pública durante os desfiles de blocos de carnaval.</p>
<p>O balanço é da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), da Prefeitura do Rio. Todos foram autuados por ato obsceno. Correto não permitir que as pessoas urinem nas ruas, mas os blocos andam e os banheiros NÃO. Só o Cordão do Bola Preta desfilou com mais de 100 mil pessoas.</p>
<p>De outro lado os novos decretos “culturais” da ditadura impediram que muita gente tivesse a liberdade de se divertir.</p>
<p>O Cordão Filhos da Tia teve que ser cancelado. Para desfilar precisavam pagar, assim como todos os outros blocos do Rio de Janeiro, uma taxa para os agentes de trânsito e o ECAD. O total dá quase dois mil reais. Engraçado que a Prefeitura não informa que o ECAD só deve ser pago quando são usadas obras de artistas de instituições associadas ao ECAD. Quando não são artistas de instituições associadas ao ECAD, o ECAD não pode cobrar absolutamente nada. Disso ninguém está informado e o Ministério Público deveria fazer uma auditoria nesse negócio mercenário de se tomar dos outros o que não se tem direito de obter.</p>
<p>Sugestão para a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro:</p>
<p>Lute para acabar com os assassinatos de crianças!</p>
<div id="attachment_310" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><a rel="attachment wp-att-310" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=310"><img class="size-full wp-image-310" title="maus tratos 4" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/maus-tratos-4.jpg" alt="As prefeituras não lutam pela diminuição da violência." width="455" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">As prefeituras não lutam pela diminuição da violência.</p></div>
<p>Lute para acabar com a fome das crianças!</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 288px"><a rel="attachment wp-att-311" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=311"><img class="size-full wp-image-311 " title="maus tratos 2" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/maus-tratos-2.jpg" alt="Criam leis &quot;culturais&quot; e não leis contra a fome." width="278" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Criam leis &quot;culturais&quot; e não leis contra a fome.</p></div>
<p>Lute para acabar com a violência contra as crianças!</p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a rel="attachment wp-att-312" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=312"><img class="size-full wp-image-312" title="maus tratos 3" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/maus-tratos-3.jpg" alt="Quando ele crescer ainda existirão eventos culturais no Rio ou a vida é só dor?" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Quando ele crescer ainda existirão eventos culturais no Rio ou a vida é só dor?</p></div>
<p> </p>
<p>Lute contra os maus tratos contra os animais indefesos!</p>
<div id="attachment_313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-313" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=313"><img class="size-full wp-image-313" title="maus tratos 1" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/maus-tratos-1.jpg" alt="Alguns políticos mereciam isso, mas não animais que não podem lutar por justiça." width="500" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns políticos mereciam isso, mas não animais que não podem lutar por justiça.</p></div>
<p>Criem uma política de proteção aos animais como de alguns países!</p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a rel="attachment wp-att-314" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=314"><img class="size-full wp-image-314" title="amigo 3" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/amigo-3.jpg" alt="O bombeiro se arriscou em um incêndio para salvar o pequeno gatinho." width="450" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">O bombeiro se arriscou em um incêndio para salvar o pequeno gatinho.</p></div>
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		<title>Decretos Favorecem Violência e Não a Arte</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma cidade dominada pela violência, acorrentar a cultura através da burocracia é dar apoio ao mundo do crime. Porque o ser humano sem a arte é uma pessoa sem horizontes que vive uma vida insípida e sem beleza, onde matar ou morrer tanto faz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="garoto" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/garoto.jpg" alt="Até quando os jovens terão acesso apenas a este tipo de &quot;cultura&quot;?" /></p>
<p>Se ao contrário da expansão criminal na cidade do Rio de Janeiro, houver a expansão cultural, nossa cidade será conhecida realmente como “Cidade Maravilhosa” e não mais conhecida mundialmente como “Hell de Janeiro” como é denominada nas páginas de milhares usuários de internet.</p>
<p>Se existem pessoas que preferem a arte e dizem não ao crime e a violência, essas pessoas precisam ter reconhecimento e apoio. Para reconhecer e apoiar essas pessoas, nem sempre o dinheiro é a principal forma de se fazer isso, existem muitas outras</p>
<p>alternativas para se proporcionar este apoio. Ouvir essas pessoas já é um bom começo!</p>
<p>Em uma cidade dominada pela violência, acorrentar a cultura através da burocracia é dar apoio ao mundo do crime. Porque o ser humano sem a arte é uma pessoa sem horizontes que vive uma vida insípida e sem beleza, onde matar ou morrer tanto faz.</p>
<p>Os novos decretos que aprisionam a cultura e a liberdade de expressão na cidade do Rio de Janeiro favorecem apenas à violência, à desigualdade social, à sujeição do povo aos eventos clandestinos.</p>
<p>A música e a cultura em geral não podem ser tratadas apenas como diversão, mas sim como um meio importante de adquirir informações construtivas para uma vida melhor. Por isso, cada artista merece um espaço digno para expor seus trabalhos e ideias. Merece decretos que viabilizam eventos culturais e não que impedem dos mesmos serem realizados.</p>
<p>O ser humano quando cria através da arte sente orgulho de si mesmo e uma enorme vontade de interagir socialmente libertando-se dos preconceitos e da violência. Parece que as autoridades se esquecem disso e preferem uma população em escolas precárias, sem acesso à literatura e à arte em geral. Preferem jovens com armas nas mãos.</p>
<p>Texto: Carla Kruspe</p>
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		<item>
		<title>Carta Aberta à Secretária de Cultura do Rio</title>
		<link>http://www.wroom.com.br/diario/?p=301</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A liberdade de expressão na cidade do Rio de Janeiro é presidiária dos decretos ditadores que estão sendo criados para dificultar o povo de ter acesso a cultura e a arte. O interesse das autoridades é ter um povo ignorante, sem boas escolas, tem teatros, sem música, sem livros. (Carla Kruspe)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Senhora Secretária,</p>
<p>Gostaria de deixar aqui escrito uma tentativa de descrever os sentimentos que me ocorreram, e pensamentos que tive quando entrei em contato com o texto do Decreto.(?!?)</p>
<p>Talvez tenha de me demorar um pouco sobre este assunto, pois ele é de capital importância para o momento e para o mundo em que estamos vivendo e acredito que ninguém, muito menos eu e a Senhora Secretária, podemos ou devemos fugir dele. Espero não ser interrompido como fui no nosso breve encontro anterior, assim vamos lá.</p>
<p>Eu tinha ido para esta reunião com o artigo 5° da Constituição em minha mão, para declamá-lo diante de todos, pois para mim era esta a verdadeira razão daquele encontro. Liberdade de expressão.</p>
<p>Art. 5°, IV &#8211; é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;<br />
Art. 5°, IX &#8211; é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;<br />
Art. 5°, XIV &#8211; é assegurado a todos o acesso à informação e resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;<br />
Art. 220 &#8211; A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a. informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.</p>
<p>Porem, ao ler o Decreto fui agradavelmente surpreendido e desarmado por ver seu artigo 1°, que citava justamente este artigo da Constituição. Respirei aliviado. Estamos no mesmo barco, pensei eu.</p>
<p>Mas nos artigos, incisos ou alíneas ou parágrafos seguintes, ou não sei bem o que é, o que estava escrito era uma seqüência de requisitos que eu deveria cumprir para que pudesse usufruir desta liberdade constitucional. Condições sem as quais eu não poderia exercer meu direito de cidadão livre.</p>
<p>Então eu estava livre, mas não estava muito. Eu era uma pessoa que estava presa e agora ia ser agraciado com a benesse da liberdade condicional. Estava ali me sendo oferecida a liberdade, sob determinadas condições que eu deveria cumprir e respeitar, sob pena de novamente voltar a prisão. O meu mal-estar cresceu quando compreendi que a discussão teria que ser mais profunda e inquietante do que eu imaginava. Não estava diante de pessoas que estavam pensando o mundo como eu. Embora a Senhora Secretária tivesse afirmado que, por ser comunista sabia já das coisa que eu estava começando a dizer, na prática esta teoria não se confirmava. Íamos ter que discutir mais do que pensávamos, e não havia tempo para isto. Havia mais coisas em jogo ali do que simplesmente nossas boas intenções, em relação ao bem-estar da cidade e de seus cidadãos. E de que maneira a boa gestão de políticas &#8211; públicas para a Cultura poderia contribuir para isto. A cidade não estava em jogo, nem o seu cidadão, e sim a necessidade de aprovar urgentemente, não sei porque motivo, aquele documento regulatório e contraditório das atividades em áreas públicas, que estava diante de mim. E eu, senhora Secretaria, sem voz e imobilizado, nada podia fazer, a não ser pedir um tempo para pensar e propor alguma reflexão e discussão, a respeito desta questão tão importante, já que, aparentemente, não estávamos ocupando posições semelhantes diante do problema.</p>
<p>E assim, a discussão com os interessados que deveria ter sido feita, antes até mesmo da elaboração do Decreto, e que iria ajudar nesta elaboração, teria que ser feita ali naquela hora, sob pressão política e de prazo. Companheiros da Rede de Teatro de Rua do Rio de Janeiro tinham várias vezes antes tentado contato, sem êxito, com esta Secretaria.</p>
<p>Nós não achávamos que uma questão tão importante podia ser discutida às pressas; e continuamos achando que não, dadas a sua importância e atualidade. É realmente uma questão de tempo, Senhora Secretária. E não podemos ser levianos e inconseqüentes a este respeito, pois o que for decidido aqui no Rio de Janeiro vai repercutir no Brasil inteiro, e nós estamos no momento de avançar em nossas conquistas de liberdade. Sempre que os governos não conseguem equacionar seus problemas sociais a liberdade é a primeira a ser sacrificada. Podemos estar &#8220;distraídos&#8221; diante disto tudo? O muro de Berlim resolveu o problema da liberdade? O dia da Consciência Negra resolveu o problema do apartheid social e racial da sociedade brasileira? É possível distrair, descansar?</p>
<p>Senhora Secretária, esta Secretaria acho que ainda tem um departamento de Patrimônio que foi criado na gestão do Antonio Pedro Borges, a frente da primeira Secretaria de Cultura, do Rio de Janeiro. Pois bem, Senhora, todos nós sabemos que Santa Teresa é uma APA- Área de Proteção Ambiental; e que todos nós, gestores públicos e cidadãos, devemos zelar pela sua integridade e identidade. A Senhora já viu o caos em que estão se transformando as ruas e ladeiras de Santa Teresa? A qualidade de vida do bairro é cada vez pior, o morador se ressente, enquanto floresce um comercio, que só remotamente beneficia o bairro e seu morador. Os carros, veículos de todos os tamanhos e pesos, sobem e descem suas ruas e ladeiras indiscriminadamente, em qualquer direção, sem nenhum regulatório. Lá não precisa? Uma vez só estiveram lá, que eu saiba, para obrigar o proprietário de um bar-mercearia a recolher duas mesas da calçada, onde eu e outros moradores há 30 anos costumamos nos sentar para conversar, sermos amigos, cidadão, convivermos. Coisa rara em qualquer lugar do Rio de Janeiro.</p>
<p>O choque de ordem fez recolher cadeiras e mesas onde a vida comunitária se estabelece, e onde pode nascer um remédio para a violência que nos deixa desolados, numa cidade tão linda como a nossa. E deixa a tragédia anunciada se aproximar cada vez mais!</p>
<p>O que está acontecendo ou querendo acontecer com o Teatro de Rua não é parecido com o que aconteceu com as cadeiras e mesas de Santa Teresa?</p>
<p>A senhora não acha, Senhora Secretária, que tudo isto tem a ver com a Cultura? Que a Cultura tem a ver com identidade e qualidade de vida? Que qualquer política &#8220;regulatória&#8221; teria que ser submetida à apreciação da Secretaria de Cultura e a Secretaria de Saúde? Para evitar atitude e procedimentos que em vez de resolver, transformam a cidade e a vida do cidadão em tristeza, depressão e mais violência? Não é esta a função da Vida Cultural na construção da nossa identidade e cidadania? Não só na teoria, mas também na prática?<br />
Senhora Secretária, pela regra do Decreto, meu grupo de Teatro, o Tá na Rua, não poderá ir nunca à rua, pois não se encaixa em nada do que o decreto pensa. Quem o redigiu tem pouca familiaridade com a questão, embora possa ter tido empenho e boa – vontade.</p>
<p>Assim como eu, outros artista de rua não preparam com antecedência suas saídas, e muitas vezes saímos a rua sem saber onde iremos parar. Nem dia, nem hora, nem local. E nunca obstruímos nenhuma praça, nenhuma rua, nunca prejudicamos nenhum comerciante, nem nunca perturbamos o sono de ninguém ou o trânsito.</p>
<p>O básico de nosso trabalho é o respeito à população e ao seu direito de ser feliz, participando da vida cultural da cidade. Nunca iríamos fazer ou fizemos coisas que ferissem a ordem pública, a verdadeira ordem pública, não a ordem de uma gaveta vazia. Atitude que não parece ser a que subjaz nestas medidas regulatórias abstratas, em nome de uma ordem também abstrata. Sanear, higienizar não é organizar. Nós precisamos de apoio, estimulo, e incentivo, não de organização aleatória e indiscriminada.</p>
<p>Nunca desistimos de nossa cidadania, pois amamos a cidade e seus cidadãos, sem distinção de classe, cor, credo, idade ou religião. O nosso maior prazer é respeitar o cidadão. Nós queremos ser parceiros do poder público na construção de uma sociedade melhor. Não devemos ser tratados como presos em liberdade condicional. Nossa liberdade foi conquistada ao longo de séculos e de lutas e nossa liberdade não pode ser concedida. Ela tem de ser reconhecida. Não posso me imaginar em praça pública somente se estiver autorizado pela autoridade. Eu abandonei tudo por amor à cidade. Sou cidadão carioca emérito. Não me tirem agora a cidade. Senhora secretária, não deixe isto acontecer. O momento é histórico e importante. O que fizermos agora vai, como já disse, repercutir em todo País. Se decidirmos bem, ficaremos todos, nacionalmente um pouco mais alegres. Se perdermos a oportunidade estaremos fazendo como aqueles que querem a todo custo tirar a esperança do Brasil. Agora que estamos crescendo, produzindo auto-estima que poderá iluminar o aparecimento da nação brasileira. Podemos fazer historia Senhora Secretária, ou sermos atropelados por ela. Creia-me um seu admirador e antigo eleitor.<br />
Obrigado pela atenção.</p>
<p>Rio de Janeiro, 18 de Novembro de 2009<br />
Amir Haddad</p>
<p>P.S &#8211; A título de pós –escrito uma sugestão de procedimento para o manejo e crescimento do Teatro de Rua na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Sugerimos que:<br />
1. Para sair às ruas, os grupos de Teatro, cadastrados ou não, deverão apenas comunicar a um Setor de Teatro de Rua, que deverá ser criado pela Secretaria, que espaços pretendem ocupar e a partir de que hora.</p>
<p>2. O Setor, então, deverá informar ao comunicante as condições do local, para orientação do grupo. E, sempre que necessário, enviar para lá uma equipe da Prefeitura, que se encarregará da limpeza da praça e de sua segurança, para que nossos artistas possam cumprir sua tarefa em paz. Se houver necessidade de energia elétrica o Setor deverá providenciar junto à Rio Luz a localização e a utilização do ponto de luz mais próximo, sem ônus para o grupo. A Guarda Municipal que estiver na região deverá ser estimulada a proteger e assistir o espetáculo. Eles já fazem isto, porem com medo de serem castigados. Terão assim melhorado sua qualificação para a função a que se destinam.</p>
<p>3. O cadastramento dos grupos deverá ser feito junto à Rede de Teatro de Rua do Rio de Janeiro, que se encarregará de manter atualizado o cadastro do Setor de Teatro de Rua da Secretaria. O grupo não cadastrado que comunicar seu trabalho ao Setor da Secretaria estará automaticamente cadastrado e suas características ( nome, formação, origem) deverão ser comunicadas a Rede que irá entrar em contato com eles, para vinculá-los ao movimento nacional do Teatro de Rua.4. Sei que os representantes da Rede Estadual de Teatro de Rua têm pensado nisso que vou expor e que acho excelente.</p>
<p>Há grupos que além de andar por vários pontos da cidade, mantém o vinculo permanente com as praças e comunidades onde têm suas sedes. Assim seria interessante se este grupos se encarregassem da ocupação e programação das praças onde estão sediados, ali desenvolvendo atividades permanentes com apoio e cooperação da Guarda Municipal. Alguns de nós já fazemos isto, mas sem nenhum apoio, estimulo ou segurança.<br />
Poderemos melhorar, e muito, a vida na cidade, na região onde habitamos. Sonhamos como uma cidade feliz e iluminada pela esperança. A Secretaria de Cultura pode trazer saúde para a população carioca.<br />
Não queremos poder, mas sim colaborar para a construção da esperança. Trabalhamos no presente para um outro futuro, possível.</p>
<p>Atenciosamente<br />
Amir Haddad</p>
<p>Link original desta carta:</p>
<p><a href="http://cpcaracydealmeida.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-secretaria-jandira-de-amir.html">http://cpcaracydealmeida.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-secretaria-jandira-de-amir.html</a></p>
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		<title>Cuide do Bem Estar de Seus Amiguinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja humano, denuncie maus tratos contra animais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_297" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a rel="attachment wp-att-297" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=297"><img class="size-full wp-image-297" title="amigo 2" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/amigo-2.jpg" alt="Cuide bem do seu bagunceirinho" width="495" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Cuide bem do seu bagunceirinho</p></div>
<p> </p>
<p><strong>Seja Humano, não deixe o seu animal doméstico sofrer. Em casos de acidentes ou doenças, procure o veterinário. Lembre-se de como Deus tem amado as suas criações:</strong></p>
<div id="attachment_298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a rel="attachment wp-att-298" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=298"><img class="size-full wp-image-298" title="amigo 1" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2010/02/amigo-1.jpg" alt="Deus é amor." width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Deus é amor.</p></div>
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		<title>DJ sem braços mixa discos com os pés</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 20:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[DJ sem braços mixa discos com os pés e torna-se sensação em verão europeu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_185" class="wp-caption aligncenter" style="width: 455px"><a rel="attachment wp-att-185" href="http://www.wroom.com.br/diario/?attachment_id=185"><img class="size-full wp-image-185" title="dj pascal kleiman" src="http://www.wroom.com.br/diario/wp-content/uploads/2009/09/dj-pascal-kleiman.jpg" alt="dj pascal kleiman" width="445" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">dj pascal kleiman</p></div>
<p><strong>Um DJ que usa os pés em vez das mãos para mixar discos se tornou uma estrela da noite na Espanha e um dos destaques deste verão europeu. O francês Pascal Kleiman, radicado na Espanha há 26 anos, nasceu sem braços devido a uma malformação fetal causada pelo medicamento talidomida, ingerido por sua mãe na gravidez.</strong></p>
<p><strong>A deficiência física, no entanto, não o impediu de tentar a carreira de DJ. Como Kleiman conta no documentário espanhol &#8220;Héroes &#8211; No Hacen Falta Alas Para Volar (em tradução livre, &#8220;Heróis &#8211; Não É Preciso Asas Para Voar&#8221;), prêmio Goya ao melhor curta-metragem deste ano, &#8220;aprender a usar os pés foi uma resposta natural&#8221;. O filme ganhou mais de 30 prêmios internacionais, aumentando ainda mais a popularidade do DJ.</strong></p>
<p><strong>Kleiman adotou a profissão em 1989, quando trancou o curso de direito e começou a tocar para os amigos. Autodidata, descobriu que &#8220;aquilo era a única coisa que permitia uma expressão absoluta&#8221;. A partir dali passou a dar shows pela Europa, Austrália, China e Estados Unidos, e em 2009 foi eleito por publicações espanholas um dos melhores DJs locais do verão.</strong></p>
<p><strong>Filho de um clarinetista de jazz, Pascal Kleiman considera um exagero ser chamado de &#8220;herói&#8221;, mas admite ter feito muitos esforços para realizar seu sonho com a música.</strong></p>
<p><strong>Quando criança, aprendeu a ler e escrever com o avô e compreendeu cedo que usando os pés poderia superar quase qualquer limitação. &#8220;Meus pais me diziam que quando eu era bebê chorava quando me vestiam com este tipo de macacão que cobre os pés, porque aquilo me cortava o movimento. Meus pés sempre foram claramente minhas ferramentas de primeira necessidade&#8221;, afirmou no documentário.</strong></p>
<p><strong>Por isso, declarou no filme que a persistência e a capacidade de adaptação são suas &#8220;armas secretas&#8221;, e gostaria que muitos espectadores pudessem ver o documentário para acreditar em suas próprias possibilidades. &#8220;Vivemos em uma sociedade que não está feita para nós (deficientes), portanto temos que nos adaptar a tudo. O que consegui foi me adaptando e acreditando em que tudo é possível&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O DJ que já tocou até numa discoteca em pleno deserto no Oriente Médio percorreu 88 países com a promoção do filme sobre a vida dele, do autor espanhol Ángel Loza.</strong></p>
<p><strong>Com o sucesso do documentário e dos shows, a única coisa que espera é &#8220;continuar tendo uma vida normal&#8221;, inclusive com seus dois filhos, que nasceram perfeitos, mas também estão aprendendo a usar os pés para atuar como DJs. Fonte: UOL</strong></p>
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